Continuando com a Prevenção

 


É obrigatório que façamos quarentena de no mínimo 21 dias com a nova ave adquirida, antes de introduzi-la no ambiente onde estão mantidas nossas outras aves.

Autor:Evarisvaldo de Souza


 

CONTINUANDO COM A PREVENÇÃO

É obrigatório que façamos quarentena de no mínimo 21 dias com a nova ave adquirida, antes de introduzi-la no ambiente onde estão mantidas nossas outras aves. Esse período é determinado pelo tempo de aparecimento dos sintomas e da eliminação dos agentes da maioria das doenças das aves que foram para exposições, concursos, torneios e que foram compradas ou emprestadas.

A quarentena pode ser feita em outro ambiente, usando gaiolas limpas e preparadas para esse objetivo. Devemos então fazer os exames preventivos para as diversas doenças, que forem possíveis de ser realizados, e manter a ave em constante observação.

Observar ainda a ocorrência de ácaros, parasitas de pena e piolhos de sangue. A qualquer sinal de anormalidade deve ser providenciado o processo curativo.

Só poderemos colocar o novo pássaro no convívio próximo com os demais depois de nos cientificarmos de suas reais e boas condições de saúde.

Para os passarinheiros que possuem poucas aves, a quarentena pode ser feita de outra forma:

Fazer um compartimento de madeira ou metal em que encaixe uma ou duas gaiolas grandes. Esse compartimento pode ser colocado em um quartinho, banheiro ou lavanderia e assim que terminar o período tem que ser lavado, esterilizado e guardado em local que não atrapalhe. Poderá também ser usado como compartimento hospitalar. É um equipamento de fácil manejo, limpeza e remoção e não requer reformas na casa.

Outra questão importante é procurarmos averiguar de onde estão vindo às sementes que utilizamos; precisamos ter segurança que estão bem armazenadas em locais limpos e secos, senão corremos o risco de alto índice de fungos, o maior inimigo da criação domestica.

O tratamento diário das aves deve obedecer a um fluxo exato, passando-se primeiro pelas aves em reprodução, voadeiras e por último pelas aves em quarentena. Não retornar nunca às outras salas com a mesma roupa ou sapato. Podemos usar pedilúvios nas portas, feitos com bandejas com solução desinfetante ou de cal, ou mesmo cal seco, local em que devemos pisar na entrada e na saída. Além disso, devemos orientar funcionários e possíveis visitas a fazerem o mesmo. Sem querer, levamos agentes em nossos sapatos e roupas ou através de objetos de uso comum que devem ser evitados.